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#Entrevista com Leonardo Wagner


Conversamos com o super querido ator, cantor e bailarino, Leonardo Wagner! Leo iniciou sua carreira nos musicais no espetáculo “My fair Lady” de Jorge Takla em 2007, depois disso, integrou o elenco de “West Side Story”, “A Noviça Rebelde”, “Cats”, e também da ópera “Madame Butterfly”, regida pelo maestro Jamil Maluf. Foi Agustin Magaldi no musical “Evita”, esteve no elenco de “Cabaret”, com Claudia Raia. Em 2012 esteve em cartaz no teatro Bradesco com o Espetáculo “Priscilla – A Rainha do Deserto” como cover de Tick, atuou também no musical “Como Vencer na Vida Sem Fazer Força” de Charles Moeller e Cláudio Botelho, “Elis, o Musical”, “Se eu fosse você, o Musical”, “Randevu Do Avesso”, “Kiss Me, Kate – O Beijo da Megera”, “Wicked” e "Les Misérables". UFA! E não para por aí não! Atualmente Leo integra o elenco de Les Misérables no México. O convite veio depois de sua brilhante atuação no Les Misérables Brasil em 2017 atuando como cover de Jean Valjean e Javert. Backstage: Leo, conta pra gente um pouquinho da sua história com o teatro musical.

Leo: Eu desde muito novo estudo piano e canto, fazia teatro amador desde os 11 anos, e ballet clássico aos 16, ou seja, estava super empenhado estudando teatro musical, mesmo não tendo a mínima ideia do que era isso. Meu primeiro contato com o teatro musical foi com um CD do Fantasma da Ópera de Londres, e um tempo depois, com o Filme do Chicago. Aos 21 anos, fiz meu primeiro Musical (My fair Lady 2007) e dai não parei nunca mais. Hoje estou em minha 17ª produção.

Backstage: Como surgiu a oportunidade de fazer o Lesmis no México?

Leo: O Les Misérables México surgiu de um convite através do nosso produtor Morris Gilbert, que me assistiu no Brasil fazendo Valjean e me convidou para vir.

Backstage: Qual o maior desafio dessa experiência?

Leo: O desafio é imenso, tem muita coisa, mas eu poderia dizer duas com certeza: estar longe de TODOS que você ama, e uma língua que, por mais parecida que seja, é completamente diferente, e conseguir interpretar em um idioma que não é o seu, sem sotaque e com naturalidade, é um desafio diário e uma responsabilidade muito grande.

Backstage: O que Lesmis México traz de diferente do brasileiro?

Leo: Nosso diretor associado aqui no México era outro, por isso muitas pequenas coisas mudaram, aqui a atuação é um pouco mais minimalista (pensando em teatro musical), porque o teatro aqui é um pouco menor e o público fica bem próximo do palco.

Backstage: Fazer teatro musical no México é diferente de fazer teatro musical no Brasil?

Leo: O México tem MUITAS coisas parecidas com o Brasil, eu me surpreendo sempre com essas semelhanças; é um povo super musical, guerreiro, adoram comer bem como os brasileiros. O teatro musical aqui basicamente funciona como no Brasil, têm algumas produções um pouco maiores e outras menores. Acho que a maior diferença é o fato de que aqui não existe nenhuma lei de incentivo, o que dificulta por um lado, mas têm suas vantagens por outro, assunto para debate (risos).

Backstage: Após Lesmis, já tem outros projetos?

Leo: A vida do ator se resume basicamente a caçar no almoço para comer na janta. Então estamos sempre pensando em novos projetos, mas por enquanto Les Misérables não tem data para acabar aqui. Tudo depende de UM SIM para saber o que vem depois.

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