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Entrevista com Kaká Rufato


Feliz, espontânea e muito extrovertida, assim é a atriz Kaká Rufato, de 11 anos, que se sente muito a vontade nos palcos e com os microfones! Desde os 6 anos está no meio da dança, do teatro e do canto e gosta de se projetar nesse mundo artístico. Atuou pela primeira vez com oito anos de idade em um musical chamado “Fantasia” na qual interpretou uma bruxa malvada, cantou solo, coro e ao mesmo tempo, era muito engraçada e desastrada. Aos nove e dez anos participou de duas montagens teatrais nessa mesma escola de artes, interpretando a Dra. Saracura em “O Rapto das Cebolinhas” e a Princesa Fiona, na sua fase criança, em “Shrek, O Musical”. Atualmente estuda canto, dança, sapateado, teatro musical e foi selecionada para fazer parte do grupo “Musicanto Kids”, dirigido por Andréia Vítfer.


Kaká estava em cartaz no musical “Achados e Perdidos”, que acabou tento sua temporada interrompida pela quarentena. Conversamos com ela para saber mais sobre essa experiência, confira:


1- Como surgiu o seu interesse pela arte? Conta pra gente um pouquinho da sua história. Meu interesse surgiu desde pequena, vendo meu pai tocando e cantando em casa. A gente disputava o microfone (risos) e o rack da sala servia de palco pra mim. Comecei no ballet aos 3 anos, depois fui para o Jazz e com 8 anos comecei a estudar teatro e canto. Dai não parei e percebi que queria mais.

2- Quais artistas você tem como inspiração? Tenho vários, vou falar alguns brasileiros: Claudia Raia, Miguel Falabela, Fabi Bang e meus professores Andreia Vitfer, Amanda Bamonte e Nick Villamaior. Me recordo também de um momento de inspiração importante que foi quando assisti o meu primeiro musical, O Rei Leão.

3- Você estava no elenco do musical ‘Achados e Perdidos’, que teve a temporada interrompida por conta da pandemia do Coronavírus. Esse foi o seu primeiro trabalho no palco? Como foi o processo de ensaios? Achados e Perdidos foi a principal mas fiz também outras peças, sempre dançando e cantando. Fiz participações em peças musicais cantando e encenando uma bruxa engraçada, a Zelda, a Fiona criança, do Shrek e a Dra. Saracura, no Rapto da Cebolinha. O processo de ensaio do Achados foi muito legal. Aprendi muito com os profissionais da CN Artes. Conheci pessoas que eu já acompanhava e admirava e quando percebi, estava cantando e atuando junto delas. Foi muito bom!!! Me senti muito bem!! Fiz várias novas amizades!!!

4- Como foi pra você ter que dar essa pausa na temporada? Não queria que tivesse sido interrompida e sim que tivesse sido estendida. Estava muito animada com essa possibilidade, aí fiquei muito triste quando tivemos que parar antes de acabar a temporada. Foi muito satisfatório estar no palco, respirar aquele ar, estar junto de pessoas que eu admiro. Eu adorava fazer o Achados junto com elas.

5- Como tem sido a sua quarentena? Quando isso tudo passar, qual a primeira coisa que você quer fazer? Tenho estudado bastante e foi um aprendizado me acostumar com tudo online. No começo foi bem ruim, mas aos poucos, a gente aprende e se adapta. Agora já estou mais acostumada. Quando tudo isso passar quero muito rever os meus amigos e poder fazer uma coisa que eu gosto muito e que já não faço há algum tempo que é abraça-los.

6- Qual dica você dá pra quem também tem o sonho de começar uma carreira artística? Tem que amar e amar muito, estudar e estudar muito, e que se dedicar e se dededicar muito!!!

7- Se você pudesse escolher qualquer musical e personagem do mundo pra fazer em 2021, qual seria e por quê? Tenho dois: Wicked – Personagem Glinda- que é aquele personagem que no começo ninguém gosta dela, mas no final todos amamos. Annie – Personagem Annie - Acho muito emocionante a estória dela e como ela supera tudo com muita força, coragem, lealdade e alegria.